
Esta semana, eu ouvi uma calorosa discussão no metrô sobre o papel do homem e da mulher na sociedade: duas mulheres, aparentemente amigas, conversavam sobre o assunto. Uma alegava que tanto ela quanto o marido contribuíam com os afazeres domésticos e as contas financeiras de sua casa, já a outra, indignada, dizia que o papel do homem é colocar dinheiro dentro de casa mesmo que a mulher trabalhe fora, o que justificaria o fato do homem não ser obrigado a ajudar nas tarefas de casa. Loucuras a parte, a discussão continuou e não entraram em um consenso. Já a outra questão refere-se a uma entrevista que realizei com a nova diretora de tecnologia de uma empresa muito importante, pois me fez repensar muito sobre a questão. Ela comentou a dificuldade que passou desde o começo de sua carreira até o cargo de direção. Sua força me surpreendeu, pois afirma que mesmo com tanta descriminação por ser mulher, tudo o que viveu foi necessário e faria tudo novamente, pois hoje ela tem o seu espaço alcançado com muito estudo, experiência e sabedoria.
Depois de toda essa reflexão sobre o preconceito da mulher moderna e independente, sobre aquela que trabalha, estuda e vem ganhando cada vez mais espaço no mercado de trabalho, entendo que as mulheres de hoje, são mais ativas e preparadas para o mercado de trabalho. Muitas já superam as expectativas em chefiar cargos, antes comandados somente por homens e claro, pelo mix que carrega em sua bagagem - praticidade, sexto sentido, empatia e digamos aquele “charme” que só nós temos para lidar e solucionar qualquer tipo de problema com muito jogo de cintura. A outra hipótese, é que elas próprias ainda se consideram o sexo frágil, coisa que, em minha opinião, já deixou de existir a muito tempo. O problema disso tudo é que ela inibe o seu talento profissional, acreditando que o lugar da mulher é no fogão e o papel do homem é colocar dinheiro dentro de casa.
Mulheres, não deixem que essa realidade seja um fantasma em suas vidas e muito menos acreditem que as coisas não mudaram desde a época de suas tataravós. Somos fortes e como a querida diretora que eu entrevistei disse: nunca devemos desistir de sonhar, e se você realizá-lo invente outro.
Afinal, a vida é cheia de sonhos, obstáculos e desafios, sem eles qual seria o motivo de viver?
Bjs cor-de-rosa Dri
Por Adriana Marcely
Depois de toda essa reflexão sobre o preconceito da mulher moderna e independente, sobre aquela que trabalha, estuda e vem ganhando cada vez mais espaço no mercado de trabalho, entendo que as mulheres de hoje, são mais ativas e preparadas para o mercado de trabalho. Muitas já superam as expectativas em chefiar cargos, antes comandados somente por homens e claro, pelo mix que carrega em sua bagagem - praticidade, sexto sentido, empatia e digamos aquele “charme” que só nós temos para lidar e solucionar qualquer tipo de problema com muito jogo de cintura. A outra hipótese, é que elas próprias ainda se consideram o sexo frágil, coisa que, em minha opinião, já deixou de existir a muito tempo. O problema disso tudo é que ela inibe o seu talento profissional, acreditando que o lugar da mulher é no fogão e o papel do homem é colocar dinheiro dentro de casa.
Mulheres, não deixem que essa realidade seja um fantasma em suas vidas e muito menos acreditem que as coisas não mudaram desde a época de suas tataravós. Somos fortes e como a querida diretora que eu entrevistei disse: nunca devemos desistir de sonhar, e se você realizá-lo invente outro.
Afinal, a vida é cheia de sonhos, obstáculos e desafios, sem eles qual seria o motivo de viver?
Bjs cor-de-rosa Dri
Por Adriana Marcely
Concordo em tudo..! Em conversas na minha casa minha mãe ainda pende para o lado que se eu nao aprender a cozinhar, a lavar e passar nao vou ter chance em casamento nenhum...
ResponderExcluirBalela.. Acho que nós mulheres temos muito mais a oferecer do que somente serviços domésticos.. e o pior é que temos vários exemplos de mulheres prodígios e muitas pessoas não abrem a mente para isso...
Jana